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A NFPA incita a práticas seguras de uso do capuz protetor

Enquanto aumentam as preocupações sobre os riscos de câncer que enfrentam os bombeiros, a NFPA publicou um boletim sobre práticas seguras de uso do capuz protetor pelos bombeiros.

Embora todo o equipamento de proteção individual (EPI) dos bombeiros seja exposto a um amplo leque de substâncias nocivas, incluindo substâncias cancerígenas, a proteção por capuz é particularmente importante porque a cara e o pescoço são especialmente vulneráveis à absorção de toxinas pelo corpo através da pele.

Com isso em mente, o boletim aconselha que os corpos de bombeiros estabeleçam uma série de práticas de acordo com a NFPA 1851, Seleção, Cuidados e Manutenção de Conjuntos de Proteção para Combate a Incêndio Estrutural e Combate a Incêndio de Proximidade. As práticas incluem lavar os capuzes depois de cada uso, uma inspeção regular dos capuzes para detectar danos e proibir que sejam levados para casa ou lavados numa lavanderia automática. A NFPA esta trabalhando em três projetos de pesquisa relacionados à contaminação do EPI e câncer. Para mais informação, visite a seção “current projects” de nfpa.org/foundation. 

Avaliando o impacto econômico e ambiental dos incêndios

A Fundação de Pesquisa para Proteção contra Incêndios anunciou um projeto para examinar a viabilidade de criar uma ferramenta fácil para os corpos de bombeiros avaliarem as perdas ambientais e econômicas causadas pelos incêndios em suas comunidades.

O projeto vem numa época onde a preocupação pelo meio ambiente é grande. A maioria dos incêndios ocorre no ambiente edificado, onde são queimados plásticos e outros materiais carregados de produtos químicos. Esses incêndios podem causar não só a poluição do ar como também da água e do solo, quando as partículas e a cinza se depositam nos corpos de água, nos sedimentos e no solo. Por mais graves que sejam essas questões, pouco se sabe a seu respeito.

Da mesma forma, dum ponto de vista econômico, presta-se pouca atenção ao impacto financeiro dos incêndios alem dos danos diretos a propriedade. Avaliar o impacto econômico considerando também o custo dos seguros, da reconstrução, da habitação temporária e a perda de negócios poderia beneficiar os bombeiros.

Existem metodologias para avaliar o impacto dos incêndios nessas áreas, mas existem separadamente uma da outra e requerem conhecimentos de alto nível que a maioria dos corpos de bombeiros não tem. Estabelecer uma forma mais fácil de obtenção de dados pelos bombeiros nessas áreas ajudaria as comunidades a compreender melhor o valor de seus corpos de bombeiros.

Para mais informação, visite a seção “current projects” de nfpa.org/foundation.

A NFPA lida com as residências multigeracionais

A NFPA e a U.S. Consumer Product Safety Commission desenvolveram um conjunto de ferramentas constituídas por infográficos, folhas de dados, planos de aulas e mais para que as famílias multigeracionais se mantenham a salvo em caso de incêndio.

O número de casas multigeracionais, nas quais pelo menos três gerações vivem debaixo do mesmo teto, se duplicou nos Estados Unidos desde 1980. Visto que essas famílias podem incluir idosos, crianças muito pequenas e pessoas com deficiências, elas podem apresentar muitos desafios de segurança contra incêndios. O conjunto de ferramentas “Segurança contra incêndio para famílias multigeracionais que vivem juntas”, toma como base diretrizes gerais sobre planejamento da evacuação de residências para lidar com os desafios associados a esse tipo de famílias. Por exemplo, não se pode esperar que os alarmes de fumaça despertem crianças ou adultos idosos que podem ter problemas de audição; por isso, um adulto com capacidades na casa deveria ter a tarefa de assegurar que todos estejam acordados e em condições de escapar quando o alarme de fumaça se ativa. O conjunto de ferramentas está disponível online gratuitamente na seção “recursos” de nfpa.org/public-education.

Novo código dos Emiratos Árabes Unidos para revestimentos combustíveis

Na véspera do ano novo de 2015, uma bola de fogo subiu pelo lado dum arranha-céu em Dubai, até incendiar quase todos os 63 andares do prédio.

O revestimento exterior combustível foi culpado pela rápida propagação do incêndio. Ao que consta o material tinha sido testado para contenção do fogo, mas não para a combustibilidade, como requerido pela NFPA 285, Método de Teste de Incêndio para Avaliação das Características de Propagação do Fogo de Elementos não Portantes de Paredes Exteriores Contendo Componentes Combustíveis. Um relatório de 2014 da NFPA intitulado “Perigos de incêndio de elementos de paredes exteriores que contêm componentes combustíveis” revelou que, apesar de os incêndios de revestimentos exteriores não serem muito comuns, quando ocorrem, tendem a propagar-se rapidamente e causam danos extensos.

Após o incêndio da véspera de ano novo e quatro incêndios similares em Dubai desde 2012, os Emiratos Árabes Unidos anunciaram recentemente uma regulamentação nacional reforçada para reduzir a combustibilidade dos revestimentos exteriores de seus edifícios. As restrições não se aplicarão apenas aos novos edifícios, mas obrigarão também os proprietários de edifícios a substituir todos os revestimentos não conformes em edifícios existentes, de acordo com o jornal de Abu Dabi The National. De acordo com o jornal, os proprietários que não cumprirem enfrentarão processos e multas.

“Acreditamos que teremos os revestimentos mais seguros do mundo,” disse ao The National um oficial de gerenciamento de emergências de Dubai. 

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