Projetar diferente

Google Play

Apple Store

 

Ocupações Industriais/Armazenamento

Projetar diferente

Por Jesse Roman

Los atipicos featurehed

O aspecto e a função dos edifícios modernos estão sendo modelados por uma série de influências, desde tecnologias emergentes até o impulso a favor da sustentabilidade ambiental. Mas essas novas estruturas ousadas podem também apresentar aos projetistas, funcionários e socorristas desafios únicos de combate a incêndio e segurança de vida.

MaderaAlta 01

Edifícios altos de madeira

Quão grande é o risco de incêndio, e como proteger as estruturas? Desde a origem da humanidade, utilizamos madeira principalmente para duas coisas: construir estruturas e fazer fogo. Separadamente, esses atributos são inestimáveis; juntos, eles resultaram em alguns dos incêndios mais fatais da história da humanidade. Por esse motivo, na maioria dos países os códigos de edificações modelo limitaram tradicionalmente a altura dos edifícios de madeira a menos de seis andares.

Durante a última década, contudo, as atitudes em relação aos edifícios de madeira mais altos começaram a mudar. Avanços recentes nos produtos de madeira engenheirada, associados à pressão ambiental para construir de forma mais sustentável, resultaram na construção de grandes edifícios de madeira de alturas antes inimagináveis.

O exemplo mais recente é Brook Commons, uma torre de 18 andares de dormitórios e 174 pés de altura, atualmente o edifício com estrutura de madeira mais alto do mundo, cuja inauguração está prevista para maio na Universidade de British Columbia. Um edifício de 12 andares com estrutura de madeira em Portland, Oregon, não ficou muito atrás, assim como um prédio de madeira de 10 andares em Manhattan. Um edifício de escritórios de madeira de sete andares em Minneapolis abriu em novembro.

Na Europa e na Austrália a tendência está mais desenvolvida, com numerosos edifícios altos de madeira construídos desde o início dos anos 2000 e muitos mais em construção. Projetos e desenhos são cada vez mais ousados. Um gabinete de arquitetura revelou planos dum arranha-céu de 34 andares em Estocolmo, enquanto arquitetos em Vancouver discutiram um edifício de dimensões similares. Alguns arquitetos chamaram este momento o início da idade da madeira. 

MaderaAlta 02 port

Caixas de fósforos?

Enquanto a maioria dos arquitetos e construtores promove com entusiasmo a resistência e a versatilidade da madeira, assim como a facilidade de montagem e os tempos de construção reduzidos, os críticos pensam com preocupação que estamos construindo caixas de fósforos cada vez maiores.

“Passo por comitês de aprovação de edificações todos os meses e estou sempre ouvindo, ‘isso não se pode fazer’,” disse David Barber, engenheiro de proteção contra incêndio da Arup que tem trabalhado com uma série de projetos de edifícios altos de madeira e é co-autor do documento de 2013 “Fire Safety Challenges of Tall Wooden Buildings” para a Fundação de Pesquisa para a Proteção Contra Incêndio (FPRF, da sigla em inglês).

Barber disse que uma série de propostas de projetos de edifícios de madeira nos quais ele trabalhou foram rejeitados na base de problemas de segurança. Ele afirma que, embora o comportamento dos edifícios de madeira num incêndio seja de fato diferente do comportamento dos prédios tradicionais de aço e concreto, é fácil proporcionar uma segurança contra incêndio adequada.

Vários incêndios de alto perfil em complexos de apartamentos em construção – construídos usando componentes de madeira leve engenheirada – aumentaram as preocupações dos servidores públicos responsáveis pelas edificações e dos bombeiros sobre os edifícios altos de madeira (ver “Queimados de novo”). Contudo, Barber observa logo que os edifícios de madeira mais altos não utilizam componentes de madeira leve engenheirada, mas sim elementos mais pesados como madeira laminada colada cruzada, ou CLT (da sigla em inglês) cujos testes mostraram que sua resistência ao fogo é maior que a dos materiais leves.

Mesmo assim, para alguns funcionários cuja tarefa é velar pela segurança das pessoas, as grandes estruturas de madeira merecem cautela independentemente do tipo de madeira utilizada. “Lamento, mas eu estou muito relutante em aprovar qualquer coisa feita de serragem e cola,” disse o ex-inspetor de incêndio e bombeiro Jack J. Murphy, que é também presidente da Fire Safety Directors Association of Greater New York e membro do Comitê Consultivo sobre a Segurança de Edifícios Altos da NFPA. “Minha mentalidade é que, se temos muitos problemas para lidar com alguns dos incêndios em edifícios baixos de madeira, como vamos lidar com algo mais alto? Eles vão ter que se esforçar muito para que nos sintamos à vontade.”

Existem vários tipos de produtos de madeira pesada no mercado atualmente, mas a CLT é possivelmente o mais popular. Um painel de CLT consiste de três a sete camadas de tabuas de madeira cruzadas e unidas para obter a máxima resistência. Um painel típico pode ter 10 pés de largura, 60 pés de cumprimento e dois pés de espessura. O tamanho e espessura dos painéis, justifica Barber, dão aos produtos engenheirados de madeira pesada uma resistência natural ao fogo. Quando a madeira queima, ela produz naturalmente uma camada de material carbonizado em sua superfície exterior, formando uma barreira isolante contra o calor e o fogo. Projetando as peças de madeira com uma espessura suficiente, “podemos construir o edifício para que resista naturalmente ao fogo e suporte as cargas”, disse Barber.

Em muitos casos, a madeira no interior do edifício é acabada e encapsulada em painéis de gesso certificados resistentes as chamas que acrescentam uma camada de proteção. Contudo, uma tendência de projeto cada vez mais popular é deixar a madeira parcialmente exposta, o que preocupa oficiais dos bombeiros como Murphy. “É tudo madeira e eu penso que há muita relutância quanto a isso, especialmente em Manhattan onde algumas das bases desses edifícios distam apenas quatro pés dos edifícios vizinhos,” ele disse. “Em alguns desses casos, o exterior do edifício é de madeira e o interior é de madeira, sendo assim os incêndios de fora para dentro constituem uma preocupação, especialmente numa área densamente povoada.”

Barber admite que a exposição da madeira no interior dum edifício pode aumentar a duração do incêndio porque a madeira se auto-alimenta em combustível. “Mas a maioria dos edifícios de alguma altura são protegidos por sprinklers, então algo deveria correr muito mal para que o risco de incêndio aumente de forma significativa” ele disse.

Descobrir qual é o impacto da madeira pesada exposta sobre o crescimento do incêndio em unidades residenciais é um objetivo chave dum projeto em curso da FPRF. “Desafio da Segurança dos Edifícios Altos de Madeira Fase 2” envolve testes em escala real de quartos de madeira com superfícies expostas com o objetivo de quantificar como os incêndios em quartos com madeira exposta diferem em temperatura, propagação do fogo, toxicidade e outros fatores, comparados com quartos com madeira  totalmente revestida de painéis de gesso. Os testes foram realizados na primavera e os resultados deveriam ser publicados no verão.

Barber acredita que a popularidade dos edifícios de madeira pesada continuará a crescer à medida que os funcionários fiquem mais cômodos e se familiarizem com sua segurança contra incêndio e que o público continue a dar valor as vantagens da madeira como um recurso sustentável. Não é uma tendência que vai declinar num futuro próximo. “À medida que esses edifícios são construídos e as pessoas vêem que não é tão assustador com pensam, haverá muitos outros,” disse Barber. “É apenas uma questão de tempo.”

Edificios Contenedores port

Edifícios em contêineres
Viver e trabalhar em caixas de aço

Uma das tendências que chamam mais a atenção nos últimos anos envolve contêineres, essas grandes caixas metálicas utilizadas para transportar mercadoria em navios, trens e caminhões articulados em todo o mundo.
Os contêineres, usualmente de 40 pés de cumprimento, oito pés de largura e oito pés e meio de altura, foram utilizados como blocos de construção para tudo, desde pequenos lugares de escapada fora do radar até residências permanentes de luxo. Foram propostos como abrigos de emergência, como arranha-céus urbanos para abrigar os pobres dos bairros populares de Mumbai, como dormitórios para as universidades e como hotéis, restaurantes, lojas e qualquer coisa no meio. Mas eles são seguros?
Se for feito corretamente, nada impede que um contêiner de transporte seja um lugar perfeitamente seguro para habitar, sempre que cumpra todos os códigos de construção, disse Jim Muir, chefe dos funcionários que superintendem as edificações no Condado de Clarke, Washington, e presidente do Comitê de Desenvolvimento do Código de Edificações da NFPA. Considerando as propostas de contêineres que analisou, existem algumas coisas para levar em conta, disse Muir. Em primeiro lugar, são requeridas portas conformes aos códigos; as fechaduras que vêm nos contêineres não servem, porque podem ser fechadas desde o exterior. Em segundo lugar, precisa-se um isolamento adequado e janelas para cumprir o código de energia. No seu estado original, os contêineres são muito maus para regular a temperatura. Além disso, os sistemas HVAC devem ser robustos para manter uma ventilação adequada e a entrada de ar fresco. Por fim, muitos aspirantes a proprietários ficam surpreendidos ao saber que, apesar de um contêiner típico de 40 pés pesar mais de quatro toneladas, muitas vezes se exigem alicerces propriamente ditos com amarras, especialmente em zonas sujeitas a terremotos.

Arranha-céus finos

As preocupações dos socorristas sobre os edifícios altos e finos

Rascacielos lapiz port

por volta de 8800 pés quadrados, é aproximadamente a décima parte da área ocupada pelo Empire State Building, mais baixo. Ainda mais fina, a torre vizinha de quase 82 andares em construção em 111 West 57th Street terá uma base de apenas 60 pés por 80 pés e mais de 1400 pés de altura, com uma relação largura-altura, conhecida também como relação de aspecto, de 1:23 – fazendo dele o prédio mais fino do mundo. Contudo, o edifício perderá seu titulo se um prédio de 60 andares projetado, com uma base de apenas 50 por 54 pés, for construído na 37th Street.

Jack J. Murphy, ex-bombeiro, inspetor de incêndio e atual presidente da New York City High-Rise Fire Safety Directors Association, inspecionou alguns desses edifícios e diz que apresentam desafios únicos para os bombeiros. Por exemplo, as bases muito pequenas dos edifícios implicam estreitas escadas cruzadas que podem ter cinco ou mais voltas entre pavimentos. “Qual seria a conseqüência disso quando estendermos as mangueiras?” disse Murphy. O tamanho compacto significa também operar em espaços apertados e pôr a ajuda médica em espera.  

Entretanto, em alguns “edificios-lapis”, termo usado para prédios com relação de aspecto maior que 1:10 - os pavimentos que abrigam as partes mecânicas do edifício são deixados completamente abertos para o exterior para permitir que o vento passe, aumentando a estabilidade. Se uma porta ficar aberta num desses pavimentos durante um incêndio, “o vento poderia fazer que o fogo disparasse para cima como um maçarico,” disse Murphy. Além disso, pelo menos um dos edifícios que ele inspecionou tinha grelhas em cada apartamento para admitir ar exterior, o que poderia também afetar as condições do incêndio. “É por isso que é essencial que os corpos de bombeiros saiam ao terreno e façam reconhecimento e coleta de informações antes dum evento para saber com que estão lidando,” ele disse.

Porsche Design Tower

Protegendo o primeiro elevador de carros no mundo.

Na região metropolitana de Miami não faltam os condomínios de luxo, mas há somente um que lhe permite estacionar seu Porsche numa “garagem no céu” no 60º andar, na sua cobertura.

Faz um tempo este ano, os residentes começaram a mudar para a inovadora Porsche Design Tower em Sunny Isle Beach, Florida, que possui os primeiros elevadores residenciais para carros. Cada um dos três elevadores da torre deposita veículos em garagens privadas de vidro adjacentes a cada uma das 134 unidades.
Edificio Porsche port

Durante vários anos, o engenheiro de proteção contra incêndio Michael Sheehan da SLS Consulting preocupou-se em encontrar a forma de tornar segura essa nova tecnologia para os residentes.  Sheehan e sua equipe tiveram de considerar cada cenário que podia falhar com mais de 200 veículos de diferentes tipos de combustível e riscos associados deslocando-se no edifício. O maior desafio era o elemento humano.

“Em principio ninguém deveria dirigir seu carro dentro da garagem ou no elevador, mas sabemos que nalgum momento vai acontecer,” ele disse. “A pergunta é, o que fazemos com isso?” O resultado é “talvez o elevador mais seguro do mundo,” ele disse, com o inteiro sistema do elevador com sua certificação personalizada do Underwriters Laboratories. As cabines do elevador são equipadas com numerosos detectores de ar de forma que até uma quantidade diminuta de monóxido de carbono, fumaça, gás inflamável ou perda de combustível resultará na chamada do elevador para o primeiro andar. Cada cabine é equipada com um sistema de supressão de água nebulizada com um tanque de água recarregável a bordo. As garagens dentro das unidades têm numerosos sistemas de detecção e supressão, sistemas de exaustão melhorados e moirões estruturais para evitar que os condutores levem acidentalmente seu carro até a sala de estar.

“Passamos muitas noites sem dormir pensando nos diferentes desafios e riscos, mas foi um dos projetos mais divertidos nos quais eu trabalhei,” disse Sheenan. 

Mini Casas

Quando as pessoas decidem morar em espaços pequenos, os funcionários que trabalham com os códigos combatem a confusão.

Tiny House port

Jim Muir viu muitas pessoas entrar em seu escritório com sonhos de ir para a miniatura. “Recebemos consultas, mas geralmente as pessoas acabam parando nas consultas quando entendem aquilo que se requer,” diz Muir, o funcionário principal a cargo das edificações no Condado de Clarke, Washington. “Se você constrói uma casa muito pequena, você ainda precisa cumprir os requisitos mínimos do código. As pessoas muitas vezes não percebem sequer que isso existe.”

A maioria das casas muito pequenas tem entre 200 e 500 pés quadrados e contém todas as comodidades duma residência moderna no espaço de um ou dois quartos. Algumas casas estão apoiadas em chassis, algumas sobre rodas e outras sobre fundações permanentes; algumas são construídas no local, outras são fabricadas em outro lugar e transportadas no local. Com todas as variações, entende-se que alguns funcionários que trabalham com os códigos tenham perguntas: as mini casas são casas pré-fabricadas? Um edifício tão pequeno pode realisticamente cumprir os requisitos mínimos dos códigos? Entretanto, muitos entusiastas das mini casas perguntam por que suas moradias devem estar submetidas a qualquer código de edificação.

Para diminuir a confusão e identificar os desafios que as mini casas apresentam em relação aos códigos, o Comitê de Desenvolvimento de Códigos de Edificações da NFPA publicou recentemente um documento de orientação, “Building Code Guidelines for Tiny Homes”. O documento é dirigido às partes interessadas, incluindo agências de aplicação dos códigos, aspirantes a proprietários e lideres comunitários, alguns dos quais pensam na construção de conjuntos de casas pequenas para resolver as crises com habitações acessíveis. 

“Os funcionários públicos precisam considerar que essas são casas, e que 80% das pessoas que morrem em incêndios morrem em residências, então devemos garantir que essas casas sejam seguras,” diz Ray Bizal, diretor regional sênior da NFPA e ex-pessoa de contacto para o Comitê de Desenvolvimento do Código de Edificações. “Algumas pessoas pensam que podem construir uma casa pequena e não lidar com os códigos, porque por algum motivo as casas pequenas seriam excepcionais ou diferentes. Mas se é um edifício, você deve cumprir o código de edificações.” Embora as mini casas não sejam especialmente abordadas no NFPA 5000, Construção e Segurança das Edificações, ou nos Códigos Internacionais de Construção ou Residenciais, elas em geral entram na categoria de residências. A pequena planta dessas casas pode tornar complicado, mas não impossível, o cumprimento dos códigos.

“Quando fizemos a pesquisa para o documento, estimamos que são precisos aproximadamente 370 pés quadrados para cumprir todos os requisitos dos códigos,” diz Bob Kelly, diretor do Departamento de Serviços de Licenciamento do Condado de Montgomery, Maryland, e membro do comitê da NFPA que desenvolveu o documento sobre as mini casas. “Existe suficiente flexibilidade no código para que funcione - nada proíbe que você tenha uma área de dormir na cozinha, por exemplo.” Embora o documento chegue à conclusão que é possível cumprir a maior parte dos requisitos do código com certa facilidade, alguns conceitos típicos de projeto têm de fato problemas de conformidade. Por exemplo, para maximizar o espaço, a maioria das casas pequenas utiliza mezaninos como quartos de dormir. Como todo espaço habitável, o NFPA 5000 exige que os quartos de dormir tenham uma altura livre mínima de sete pés seis polegadas e que sejam equipados de meios de fuga primário e secundário. A maioria dos dormitórios em mezaninos das mini casas não cumprem nenhum desses requisitos. Além disso, já que o dormitório no mezanino se encontra tecnicamente no segundo andar, o código requer escadas com espelhos e pisos máximos. Muitas casas pequenas utilizam escadas de mão, que não são tecnicamente permitidas.

“Você quer ser cooperativo e buscar alternativas, mas há certas coisas onde não tem outra forma de fazer,” diz Muir. “Um item de segurança básico como as escadas e os meios de saída – todos têm uma expectativa que em caso de emergência poderão sair”. Muir rejeitou planos de casas pequenas porque determinou que não tinham uma ventilação adequada ou  afastamentos para cozinhas a madeira. As casas pequenas, contudo, deveriam cumprir facilmente a exigência do código de instalação de sprinklers automáticos, já que a maioria tem canalizações e água canalizada, concluiu o relatório.

Muitas vezes, os desafios não se encontram nos códigos, mas em conseguir que os proprietários de casas os cumpram. Muitos entusiastas escolhem esse estilo de vida para evitar ser incomodados pelo governo e os regulamentos, de acordo com uma pessoa zangada que publicou no sitio web tinyhousetalk.com.

“A última coisa que o pessoal das casas pequenas quer é ser codificado e regulado até morrer,” escreveu o comentador. “Cair dum loft, realmente? Riscos de incêndio?... a idéia mesma deste movimento é a liberdade, e lamento ofender, mas você pode ter acidentes em qualquer momento, em qualquer lado.”

Muir ouviu tudo isso antes, especialmente o argumento que uma pessoa que constrói uma casa pequena para si assume o risco e não deveria ser sujeita a supervisão. “Mas eles devem entender que podem ser ou não residentes de longo prazo dessa casa – você deve ter uma visão mais ampla, de longo prazo,” diz Muir. “Uma vez que você já não quer mais ficar na casa e vende-a a outra pessoa, a expectativa dessa pessoa será que a casa cumpra todos os requisitos dos códigos de segurança e que as autoridades competentes tenham também a mesma expectativa.”

Ambos os funcionários destacam que, se isso for feito corretamente, não existe perigo inerente às mini casas – o tamanho não é uma desvantagem. “Você poderia alegar que são mais seguras porque têm menos distância a percorrer para sair em caso de incêndio,” diz Kelly. “Sempre que tenham o cabeamento adequado, que sejam bem instaladas, fixadas à fundação e conformes ao código, elas deveriam ter um desempenho tão bom como qualquer outra casa. Mas você terá problemas se disser, ‘As casas pequenas são tão giras, deixe que elas não cumpram os códigos.’” 

Share

nós

Quem nós Somos

A National Fire Protection Association (NFPA) é a fonte dos códigos e normas que regem a indústria de proteção contra incêndios e segurança da vida.

Atualizamos nossa política de privacidade, que inclui como são recolhidos, tratados e usados os seus dados pessoais. Ao usar este site, você aceita esta política e o uso de cookies